
Um reencontro que o metal brasileiro esperou por décadas
Após uma longa e bem-sucedida turnê mundial seguida de um hiato necessário, o Angra retorna aos palcos para escrever um dos capítulos mais importantes de sua história. No domingo, 26 de abril, a banda será o headliner do Bangers Open Air, coroando a quarta edição do festival com um espetáculo que já nasce lendário: a reunião da formação clássica do álbum Rebirth (2001).
Pela primeira vez em muitos anos, veremos no mesmo palco:
Kiko Loureiro
Edu Falaschi
Aquiles Priester
— ao lado da atual formação do Angra, em um encontro que transcende nostalgia: é história viva.
Essa união revisita não apenas o disco que redefiniu o metal brasileiro no início dos anos 2000, mas também a fase que consolidou internacionalmente o nome Angra após a ruptura mais delicada da banda. Rebirth e Temple of Shadows não foram apenas álbuns — foram renascimentos, revoluções, marcos geracionais.
Uma celebração de 35 anos — e um novo símbolo para o metal nacional
“Ser headliner de um grande festival brasileiro em um ano tão simbólico para nós é especial demais”, declara o Angra.
“Completamos 35 anos de história — e mostrar que o metal feito aqui tem valor, peso e relevância é uma honra.”
Não é exagero: poucas bandas brasileiras cruzaram fronteiras como o Angra, levando técnica, identidade e espiritualidade para os maiores festivais do mundo. E agora, ao reunir duas eras distintas — a atual e a formação que representou a virada de chave do grupo — o Bangers Open Air se torna palco para algo muito maior que um show: um ritual de legado.
O festival reage: um marco para o gênero no país
O Bangers Open Air, que chega à quarta edição — algo raríssimo para festivais 100% nacionais — reforça a importância desse momento:
“Receber o Angra com a formação de Rebirth é histórico. O metal brasileiro alcança aqui um patamar simbólico: celebrar seu próprio passado, reconhecer sua força e projetar seu futuro.”
Um espetáculo longo, emocional e irrepetível
O que está reservado para o público?
Uma noite que vai atravessar décadas da carreira da banda, unindo fases, estéticas, formações e sentimentos em um só show. Será uma viagem por sucessos, hinos, mensagens espirituais e aquela intensidade que só o Angra consegue carregar — no palco e no coração dos fãs.
Dia 26 de abril — O Brasil escreve história
O reencontro que muitos esperaram — e que poucos acreditaram possível — finalmente vai acontecer.
Nos vemos no Bangers Open Air.
Para celebrar.
Para cantar.
Para viver — juntos — um momento irrepetível na história do metal brasileiro.








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