De Megadeth a Death, de Exodus a Possessed. Poucas gravadoras carregam tanto peso na história do metal quanto a Combat Records. Agora, esse legado passa a incluir também um nome brasileiro: SKIN CULTURE.

Não é todo dia que uma banda brasileira passa a integrar o catálogo de uma gravadora que ajudou a escrever a história do metal mundial.
Após mais de vinte anos de estrada, riffs esmagadores e uma trajetória construída na resistência do underground, o SKIN CULTURE acaba de alcançar um dos marcos mais importantes de sua carreira. A banda paulista foi oficialmente anunciada como novo nome da Combat Records, lendário selo responsável por lançar alguns dos artistas mais influentes e revolucionários da música pesada.
Referência absoluta no universo do metal, a Combat Records ajudou a projetar bandas como Megadeth, Death, Possessed, Exodus, Nuclear Assault, Venom, Agnostic Front e Cro Mags, tornando-se peça fundamental na consolidação de diferentes vertentes do gênero ao redor do mundo. Agora, em sua nova fase, com sede na Alemanha e atuação global voltada para distribuição, turnês e festivais, o selo adiciona mais um nome brasileiro ao seu catálogo: o SKIN CULTURE.
A parceria representa um avanço significativo na expansão internacional da banda, que ao longo dos anos construiu uma identidade sólida dentro do groove metal, incorporando elementos modernos do djent, metalcore e deathcore sem abrir mão da agressividade que sempre caracterizou seu trabalho.
“Estamos entusiasmados em trabalhar com o SKIN CULTURE e levar sua força para novos territórios”, declararam Robert Dujmusic e Alex Stojac, presidentes da Combat Records.
Fundado em 2004, na cidade de São Paulo, o SKIN CULTURE consolidou seu nome como uma das principais forças do metal pesado nacional. Com cinco álbuns de estúdio, três singles e um DVD documental lançados, a banda desenvolveu uma sonoridade que dialoga tanto com referências clássicas como Pantera, Sepultura, Machine Head e Fear Factory, quanto com nomes contemporâneos como Meshuggah, Slaughter to Prevail e Chelsea Grin.
Seu lançamento mais recente, Lazarus Eclipse (2019), evidenciou o amadurecimento musical da banda ao unir groove, djent, metalcore e deathcore em uma produção moderna e impactante. Faixas como “Fall On Knees”, “Breathing Sulfur” e “Knockout” demonstram a capacidade do grupo de equilibrar técnica, brutalidade e identidade própria.
A experiência acumulada nos palcos também reforça a relevância dessa conquista. Ao longo da carreira, o SKIN CULTURE participou de eventos de grande porte, incluindo o Monsters of Rock Argentina, onde dividiu palco com o Sepultura, além de festivais como Loading Music Fest e Virada Cultural de São Paulo. A banda também compartilhou palco com gigantes como Korn, Hatebreed, Ill Niño, Fear Factory, Misfits, Soulfly, Chimaira e Napalm Death.
Atualmente formado por Shucky Miranda (vocal), Fred Barros (guitarra e vocal), Alex Roque (guitarra), Diego Santiago (baixo) e Meyson Ramos (bateria), o SKIN CULTURE inicia uma nova fase mirando horizontes ainda maiores. Com novos lançamentos em desenvolvimento e o respaldo de um dos selos mais importantes da história do metal, a banda reforça sua posição como um dos nomes brasileiros mais preparados para ampliar sua presença no cenário internacional.
“Para uma banda nascida no underground brasileiro, assinar com uma gravadora que ajudou a moldar gerações inteiras do metal não é apenas uma conquista. É a confirmação de que o peso produzido por aqui continua ecoando cada vez mais longe.”
Siga a SKIN CULTURE: @skincultureofficial







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