
A força do underground nacional segue viva nas ruas e nas lentes. A banda mineira Terceira Guerra se une aos paulistanos do Sujera no videoclipe “Portas Fechadas Para o Mal”, faixa integrante do disco O Preço de Ser. Gravado na icônica Estação Água Branca, na Zona Oeste de São Paulo, o vídeo carrega nas imagens a vivência urbana e o peso de quem canta com os pés no chão.
Com direção de fotografia de Lucas Pupio e edição de Thiago Tom, o clipe é cru, direto e simbólico. Ele traduz visualmente o espírito da música: o rompimento com tudo aquilo que nos puxa pra baixo. A letra, escrita por Beto Santos e Marcel Serra (Sujera),
fala sobre desapego e resistência – temas caros ao hardcore e à vida nas periferias.
Um marco de união e identidade

A sonoridade não fica atrás. O instrumental entrega o melhor do hardcore nacional, com riffs que soam como marteladas e uma base rítmica que avança como um trem desgovernado. A parceria BH-SP é mais que um feat: é um manifesto de que a cena segue pulsante, conectada e em constante evolução.
Gravado no espaço público, o clipe ainda serve como retrato social. Ao utilizar a Estação Água Branca como cenário, Terceira Guerra e Sujera reforçam o elo entremúsica e cotidiano, entre arte e resistência urbana. Uma produção que honra aessência do underground, de forma simples, sincera e potente.
Assista e sinta o impacto:
Terceira Guerra feat. Sujera – “Portas Fechadas Para o Mal”
Álbum: O Preço de Ser
Gravado na Estação Água Branca – Zona Oeste/SP
Direção de fotografia: Lucas Pupio
Edição: Thiago Tom
Instagram: @terceiraguerra @sujera.zl
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