A segunda banda da noite a subir ao palco foi ninguém menos que o Vulcano, lenda viva do metal extremo brasileiro. Com uma trajetória que atravessa décadas e influencia gerações, eles mostraram que continuam incendiando palcos com a mesma força de sempre.

A abertura com “Satanic Legions” já foi o suficiente para incendiar a casa. Em seguida, hinos como “Incubus”, “Spirits of Evil” e “Witches’s Sabbath” mantiveram a plateia em estado de transe, mergulhando todos na atmosfera obscura e brutal que só o Vulcano sabe criar.

O peso de “Death Metal” ecoou como um manifesto, reafirmando a importância histórica da banda no cenário mundial do gênero. Faixas como “Church at a Crossroads” e “Dominios of Death” trouxeram o público para um mergulho ainda mais sombrio, mas sempre com a energia explosiva que caracteriza o grupo.

Quando chegaram em “Ready to Explode” e “Gates of Iron”, era impossível ficar parado – a intensidade tomou conta, e a resposta da galera foi ensurdecedora. Fechando com clássicos devastadores, o Vulcano provou mais uma vez porque é uma das bandas mais respeitadas e influentes do underground.

Foi um show extremo, vibrante, visceral – à altura da grandeza do evento. O Vulcano não apenas tocou, eles celebraram o metal em sua forma mais pura e deixaram claro que sua chama continua ardendo com fúria incontrolável.


Deixe uma resposta

Trending

Descubra mais sobre

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading